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05
abr

O que é o AVC?

Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode ser definido como o surgimento de um déficit neurológico súbito causado por um problema nos vasos sanguíneos do sistema nervoso central. Classicamente o AVC é dividido em 2 subtipos:
AVC Isquêmico
Ocorre pela obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria cerebral causando falta de circulação no seu território vascular.
AVC Hemorrágico
O acidente vascular cerebral hemorrágico é causado pela ruptura espontânea (não traumática) de um vaso, com extravazamento de sangue para o interior do cérebro (hemorragia intracerebral), para o sistema ventricular (hemorragia intraventricular) e/ou espaço subaracnóideo (hemorragia subaracnóide).
Sintomas de AVC
-Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo -Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo
-Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos
-Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem
-Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente
-Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.
Prevenção
Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade. A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC.
Saiba mais acesse: sannto.com.br
-DR. ANTONIO SERGIO C. B. GUIMARÃES
-Neurocirurgião e Neurologista
-CRM-TO 2718 RQE-TO 1579

29
mar

Crise Convulsiva

As convulsões correspondem a episódios de disfunção cerebral temporária decorrente de atividade elétrica anormal. Manifesta-se com perda ou não da consciência, alterações de tônus muscular e da percepção.
Em média 20% da população apresentará um evento isolado durante a vida. Esse evento poderá ser chamado também de Crise provocada quando desencadeado por algum fator possivelmente estabelecido (intoxicações, hipertermia, desequilíbrio hidroeletrolítico do sangue, etc). Porém, em grande parte dessa população não é possível identificar um fator causal, o que pode gerar desconforto e ansiedade por parte de quem sofreu do problema.
Quando temos duas ou mais crises e não há possibilidade de relaciona-las a um fator conhecido, subjacente, identificável, ou seja, duas ou mais Crises não provocadas, teremos então a definição de Epilepsia.
As Crises Epilépticas podem ser discretas, envolvendo tão somente uma alteração do comportamento ou o piscamento rítmico dos olhos. Por outro lado podem manifestar-se de forma dramática, com gritos seguido por contrações dos membros. Além disso, muitos eventos são precedidos de Aura que representa uma experiência subjetiva do paciente no início da crise como sensação de medo, formigamento de algum membro, odor de queimado ou alucinações visuais das mais variadas.
Dentre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de epilepsia estão: paralisia cerebral; retardo mental; Traumatismo Craniano; Acidente Vascular Cerebral (AVC), Encefalites; Demência de Alzheimer e Tumores.
O diagnóstico precoce e a instituição de uma terapia supervisionada por um profissional especialista é de extrema importância para o controle da doença, prevenção de danos irreparáveis à saúde mental e qualidade de vida do paciente.
O SANNTO conta com uma equipe de profissionais capacitados a diagnosticar tecnicamente, tratar objetivamente e acompanhar humanamente os pacientes portadores desse transtorno tão estigmatizado até o momento. Faça-nos uma visita e confira.
-DR. PAULO MARCIO REIS MIGLIOLI
-Neurologista
-CRM-TO 2410

20
mar

síndrome de Dow

A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.
As crianças, os jovens e os adultos com síndrome de Down podem ter algumas características semelhantes e estar sujeitos a uma maior incidência de doenças, mas apresentam personalidades e características diferentes e únicas.
É importante esclarecer que o comportamento dos pais não causa a síndrome de Down. Não há nada que eles poderiam ter feito de diferente para evitá-la. Não é culpa de ninguém. Além disso, a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição da pessoa associada a algumas questões para as quais os pais devem estar atentos desde o nascimento da criança.
As pessoas com síndrome de Down têm muito mais em comum com o resto da população do que diferenças. Se você é pai ou mãe de uma pessoa com síndrome de Down, o mais importante é descobrir que seu filho pode alcançar um bom desenvolvimento de suas capacidades pessoais e avançará com crescentes níveis de realização e autonomia. Ele é capaz de sentir, amar, aprender, se divertir e trabalhar. Poderá ler e escrever, deverá ir à escola como qualquer outra criança e levar uma vida autônoma.
-DR. MARCELO SILVA CABRAL
-Neurologista
-CRM 3187

09
MAR

Hérnia de disco

Hoje iremos falar sobre Hérnia de disco com
DR. ANTONIO SERGIO C. B. GUIMARÃES
Neurocirurgião e Neurologista
CRM-TO 2718 RQE-TO 1579

09
MAR

Craniossinostose

Craniossinostose, também denominada cranioestenose, é uma anomalia resultante da fusão prematura das suturas craniais. O normal é que, ao nascer, o recém-nascido apresente os ossos do crânio separados por suturas e duas aberturas no topo,denominadas fontanela anterior e posterior, conhecidas popularmente como moleiras. As principais funções dessas estruturas são: facilitar a passagem do feto pelo canal inguinal no momento do parto e permitir o crescimento adequado do cérebro. Posteriormente estas aberturas fecharão naturalmente.
No caso da craniossinostose, há uma modificação no formato do crânio, uma vez que o cérebro fica impossibilitado de crescer normalmente. Esse fechamento adiantado pode resultar em deformidades na cabeça e até problemas neurológicos severos. Ocorre mais comumente em indivíduos do sexo masculino e pesquisas evidenciam que há um caso de craniossinostose para cada 2.000 nascidos vivos. Esta afecção é congênita e inicia-se durante o desenvolvimento embrionário. Pode ter etiologia hereditária, intra-uterina ou infecciosa; o uso de certos fármacos durante a gestação também podem levar a esta anomalia.
O diagnóstico é realizado por meio do exame físico da cabeça do recém-nascido, juntamente com o exame radiológico e avaliação por neuroimagem. Estes exames evidenciam o fechamento da sutura e as possíveis malformações dos ossos da face e/ou do sistema nervoso.
Este problema deve ser tratado antes dos 8 meses de vida; todavia, é importante que o diagnóstico seja estabelecido até o fim do 2° mês de vida da criança, para possibilitar a realização de um acompanhamento neurológico mais detalhado. O tratamento é cirúrgico, no qual se cria espaços ou suturas entre os ossos do crânio.
-DR. ADRIA MARIA SIMÕES SILVA
-Neurocirurgia e Neurologia
-CRMTO 1614.

15
FEV

Prevenção do AVC

O Acidente Vascular cerebral (AVC) ocorre quando há um entupimento ou rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial, diabetes, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo e a obesidade. É recomendado também que o consumo de sal seja reduzido para diminuir o risco de ter um AVC. Praticar exercícios físicos regulares orientados por um profissional e manter uma alimentação equilibrada é essencial para prevenir o AVC.

15
FEV

Prevenção do traumatismo de crânio na infância

O traumatismo crânio-encefálico (TCE) é uma agressão ao cérebro causada por agressão física externa, que pode produzir alteração no nível de consciência e resultar em comprometimento das habilidades cognitivas, físicas e comportamentais. A cada ano, as lesões de crânio na infância resultam em mais de milhões de casos de emergência no mundo todo, com milhares de hospitalizações. As causas mais comuns de trauma de crânio na infância são acidentes automobilísticos, quedas, agressões, acidentes de bicicleta e trauma relacionados à prática desportiva. O traumatismo crânio-encefálico pode levar a morte ou mesmo a sequelas graves e permanentes. Por isso é muito importante prevenir. As crianças, como se encontram em fase de crescimento e desenvolvimento, estão sujeitas às diferentes formas de trauma craniano.

Ajuda a prevenir:
Nunca deixar seu bebê sozinho numa cadeirinha suspensa ou cama.
Não use os famosos “discos-voadores”.
Instale grades ou redes nas janelas, e travas de segurança nos locais próximos às portas e degraus.
Remova os tapetes e mobília com extremidades afiadas das áreas onde a criança estiver brincando/andando.
Use assentos de segurança no carro que sejam apropriados para a idade e peso.
Tenha certeza que seu filho sempre usa um capacete de segurança corretamente instalado ao pedalar sua bicicleta ou motocicleta.
Se seu filho pratica algum esporte, oriente-o a usar um protetor de cabeça apropriado.
Não permita que seu filho faça uso de trampolins a menos que seja corretamente supervisionado.
Quando você for fazer compras, use um cinto de segurança para fixar seu filho seguramente no assento de um carrinho de compras.

15
FEV

Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções intelectuais, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no comportamento e na personalidade. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Pode até lembrar com precisão acontecimentos de anos atrás, mas esquece que acabou de realizar uma refeição. Com a evolução do quadro, o alzheimer causa grande impacto no cotidiano da pessoa e afeta a capacidade de aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem. Incurável, o Alzheimer ainda não possui uma forma de prevenção. Mas os médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social permite, pelo menos, retardar a manifestação da doença. Entre as atividades recomendadas para estimular a memória, estão: leitura constante, exercícios de aritmética, jogos inteligentes e participação em atividades de grupo. Segundo um estudo apresentado na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, conduzido na Universidade da Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos), dormir ajuda na redução das chances de ter Alzheimer. Para os pesquisadores, este é um ciclo-vicioso, já que os problemas para dormir interagem com alguns processos causados pelo Alzheimer no cérebro. No entanto, tratar problemas do sono, como a apneia do sono, pode ser uma forma de tratar e prevenir o Alzheimer.